domingo, 1 de janeiro de 2012

Acreditando no Ano Novo



É ousar e acreditar
Acreditar nos sonhos e saber 
Que somos capazes de realizá-los 
É acreditar no Encanto e na Magia da Vida 
E ouvir sempre a voz do coração 
Pois lá, no santuário do coração Reside o 
Encanto e a Magia da Vida!

Viver 
É buscar a harmonia de dentro para fora
É sentir no coração a emoção da vida
É sentir o sol pulsante, o orvalho do amanhecer 
É sentir as estrelas falando direto ao seu coração 
É ver e sentir a vida que pulsa em um animal 
É sentir compaixão pela dor do outro 
É amenizar o sofrimento daqueles que sofrem

Viver
É estar com o outro lado a lado e sentir-se feliz por ele estar feliz
E na tristeza, levar uma mensagem de amor, fé e esperança 
Porque na vida o fim não existe. 
Na verdade quando pensamos que estamos no fim,
Estamos novamente recomeçando 
Porque a eternidade simplesmente é: não tem início nem fim.

Viva a vida! Mas não se esqueça que para se viver , 
É preciso sentir.

Então sinta a vida, em toda sua plenitude, 
Através do pulsar do seu coração.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Rede capitalista domina o mundo



Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global. A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça. Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

Nota introdutória publicada por Ladislau Dowbor em sua página:

The Network of Global Corporate Control - S. Vitali, J. Glattfelder eS. Battistoni - Sept. 2011

Um estudo de grande importância, mostra pela primeira vez de forma tão abrangente como se estrutura o poder global das empresas transnacionais. Frente à crise mundial, este trabalho constitui uma grande ajuda, pois mostra a densidade das participações cruzadas entre as empresas, que permite que um núcleo muito pequeno (na ordem de centenas) exerça imenso controle. Por outro lado, os interesses estão tão entrelaçados que os desequilíbrios se propagam instantaneamente, representando risco sistêmico. 

Fica assim claro como se propagou (efeito dominó) a crise financeira, já que a maioria destas mega-empresas está na área da intermediação financeira. A visão do poder político das ETN (Empresas Trans-Nacionais) adquire também uma base muito mais firme, ao se constatar que na cadeia de empresas que controlam empresas que por sua vez controlam outras empresas, o que todos "sentimos" ao ver os comportamentos da mega-empresas torna-se cientificamente evidente. O artigo tem 9 páginas, e 25 de anexos metodológicos. Está disponível online gratuitamente, no sistemaarxiv.org 

Um excelente pequeno resumo das principais implicações pode ser encontrado no New Scientist de 22/10/2011 (e está publicado a seguir).


(*) O gráfico em forma de globo mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma

A rede capitalista que domina o mundo
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça

Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."

Rede de controle econômico mundial
A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.

A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial
Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.

Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.

E isso não é tudo.

Super-entidade econômica
Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.

"Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira," diz Glattfelder.

E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

Barclays plc 
Capital Group Companies Inc 
FMR Corporation 
AXA 
State Street Corporation 
JP Morgan Chase & Co 
Legal & General Group plc 
Vanguard Group Inc 
UBS AG 
Merrill Lynch & Co Inc 
Wellington Management Co LLP 
Deutsche Bank AG 
Franklin Resources Inc 
Credit Suisse Group 
Walton Enterprises LLC 
Bank of New York Mellon Corp 
Natixis 
Goldman Sachs Group Inc 
T Rowe Price Group Inc 
Legg Mason Inc 
Morgan Stanley 
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc 
Northern Trust Corporation 
Société Générale 
Bank of America Corporation 
Lloyds TSB Group plc 
Invesco plc 
Allianz SE 29. TIAA 
Old Mutual Public Limited Company 
Aviva plc 
Schroders plc 
Dodge & Cox 
Lehman Brothers Holdings Inc* 
Sun Life Financial Inc 
Standard Life plc 
CNCE 
Nomura Holdings Inc 
The Depository Trust Company 
Massachusetts Mutual Life Insurance 
ING Groep NV 
Brandes Investment Partners LP 
Unicredito Italiano SPA 
Deposit Insurance Corporation of Japan 
Vereniging Aegon 
BNP Paribas 
Affiliated Managers Group Inc 
Resona Holdings Inc 
Capital Group International Inc 
China Petrochemical Group Company


Limpeza no Espaço

Editoria: Apolo11.com
Quarta-feira, 26 out 2011 - 09h54 

Lixo espacial: projeto americano prevê reciclagem de satélites


Durante os meses de setembro e outubro, o Apolo11 noticiou duas reentradas de lixo espacial que chamaram a atenção, mais pelo tamanho das peças do que pelas consequências. Agora, a agência de projetos de defesa dos EUA apresentou finalmente um plano que tentará reciclar esse material antes que apresente risco ou seja destruído na atmosfera.



Batizado de Phoenix, o projeto permitirá a reciclagem do material que está atualmente em órbita e que segundo a DARPA (Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa, dos EUA) está avaliado em cerca de 300 bilhões de dólares.
O maior problema em fazer isso hoje em dia é que o custo para se interceptar um satélite em órbita é muito elevado, o que exigirá o desenvolvimento de novas tecnologias robóticas. No entender de David Barnhart, gerente do programa Phoenix, serão necessárias novas tecnologias de imagens remotas e criação de ferramentas automáticas especiais, capazes de prender, cortar e modificar sistemas complexos em pleno espaço.

“Os satélites que estão em órbita não foram projetados levando em consideração a reciclagem. Não é uma questão de apenas soltar um parafuso ou desconectar um painel. As juntas são moldadas ou soldadas, o que exige tecnologias que ainda não dispomos, mas que será o objetivo do Phoenix", explicou o pesquisador.


O objetivo inicial do Phoenix são os satélites geoestacionários, que orbitam a Terra a 36 mil quilômetros de altitude. Quando encerram sua vida útil, muitos desses equipamentos são colocados em uma órbita conhecida como "cemitério", onde podem permanecer por milhares de anos antes de reentrarem na atmosfera.
No entanto, muitas peças - especialmente as antenas - podem sobreviver por muito mais tempo que a vida útil do satélite e são essas peças que deverão ser inicialmente recicladas. Existem centenas de satélites nessas condições, esperando que um dia possam ceder material que será usado novamente.

Lixos e Reentradas
Dos 40 objetos que deverão reentrar na atmosfera nos próximos 60 dias, 13 são fragmentos restantes da colisão entre o satélite americano Iridium 33 e o russo Cosmos 2251, ocorrida em fevereiro de 2009 em pleno espaço. A maior parte do lixo é composta de restos de foguetes propulsores que foram usados para colocar objetos em órbita e que agora estão retornando à Terra.

Desde o início do ano, 273 satélites  ou  restos  espaciais já retornaram à Terra, o que dá  uma  média de  um objeto  por dia  rompendo  nossa  atmosfera. Desses, 15 eram satélites  e  66  consistiam  de  fragmentos  da  colisão  entre   os satélites Iridium 33 e Cosmos 2251. Por ano, cerca de 80 toneladas de material espacial retornam à Terra. 

A próxima  reentrada  que  deverá ocorrer é a do foguete chinês Longa Marcha CZ-3B R/B, prevista  para  acontecer  em  30  de  outubro. A queda  desse  artefato  pode ser acompanhada pelo aplicativo SATVIEW, que permite o rastreio de  inúmeros satélites no  espaço. Para seguir  este e satélite  e prever se  poderão ser vistos a partir de sua cidade, use o SATVIEW


Artes: No topo, concepção artística mostra a quantidade de objetos em órbita da Terra e que um dia deverão retornar ao planeta, Na sequência, vídeo da DARPA mostra como deverá ser o resgate de satélites proposto pelo projeto Phoenix. Créditos: ESA, Darpa, Apolo11.com
 
Direitos Reservados 


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Revista Veja quer derrubar Governo de Dilma

Veja quer dar golpe de Estado em Dilma
Segundo informações dos blogs abaixo citados, chega-se à conclusão que a revista Veja pretende dar o golpe de estado de qualquer forma no governo atual do PT.
Obviamente isto é uma guerra pelo poder e é claro que a Veja não está interessada em defender interesses da população brasileira, mas em defender seus próprios interesses e daqueles que ela possuinegócios.

Citar:Laerte Braga

O ator José de Abreu avisou via Twitter que Roberto Civita, mafioso e dono de VEJA – entre outros lixos – disse a lideranças do PT que vai derrubar o governo de Dilma Roussef.

O BLOG DA CIDADANIA de Eduardo Guimarães publica com detalhes a ameaça e seus eventuais desdobramentos

[Imagem: josdeabreu.png]

O jornal on line SÉCULO DIÁRIO – Espírito Santo – denuncia e prova que o criminoso Paulo Hartung – assassino inclusive – ex-governador daquele estado, “comprou” um apartamento num dia por 48 mil reais e vendeu no dia seguinte por dois milhões de reais, num esquema de lavagem de dinheiro com a Construtora Galwan.

Está em http://www.seculodiario.com.br

Geraldo Alkmin, Antônio Anastasia, respectivamente governadores de São Paulo e de Minas Gerais estão envolvidos em esquemas de corrupção junto a empreiteiras, bancos e latifundiários que não têm tamanho.

O ex-governador de Minas e o ex-governador de São Paulo, Aécio Neves e José Serra não resistiriam a uma CPI, ou um inquérito simples sobre corrupção em seus governos. Aécio tem vários bens em nomes de terceiros e Serra é um dos maiores beneficiários de grupos econômicos e empresariais ligados ao império FIESP/DASLU, uma espécie de símbolo da corrupção que permeia as elites econômicas no Brasil.

É a máfia PSDB/DEM.

O silêncio de VEJA e da mídia mineira (ESTADO DE MINAS, GLOBO no estado, etc) foi comprado a peso de ouro. Aécio interveio diretamente na redação do jornal ESTADO DE MINAS através de sua irmã Andréa Neves até para demitir jornalistas que não agradassem ao governo. Um regime de terror.

Serra e Alckmin compraram o silêncio de VEJA e da editora dos Civitas como um todo com milhares de assinaturas de suas revistas a pretexto de distribuição nas escolas públicas estaduais, mas sem concorrência. Em contratos diretos. O último, menos de um mês, custou aos cofres públicos de São Paulo nove milhões de reais.

No governo Lula os Civitas – mafiosos de origem italiana e argentina – perderam licitações para impressão de livros didáticos. Estavam acostumados às fraudes do governo FHC e a partir daí se voltaram com toda a cretinice que enfuna a bandeira da empresa contra o governo federal.

Não têm limites, como a GLOBO no País inteiro, em mentir, distorcer, extorquir, todas as práticas criminosas imagináveis no mundo dos negócios e o mundo dos negócios, em si, é criminoso.

Não existe banqueiro inocente, nem grande empresário sem culpa, que dirá então latifundiário. A lição que os movimentos populares em países da Comunidade Européia e nos Estados Unidos está deixando é que primeiro não existe democracia. Uma farsa montada em cima de poderosos instrumentos de marketing e opressão. E segundo, como decorrência do primeiro, governos existem para suprir bancos, grandes empresas e em países como o nosso, latifundiários. O povo é adereço. Detalhe. Seja o trabalhador transformado em escravo nas fazendas da senadora Kátia Abreu – miss moto serra –, ou seja o pacato cidadão que se acredita classe média e parte do processo de construção do presente e do futuro do Brasil. Lula assumiu a presidência com um País falido pelo desgoverno FHC – um criminoso que segundo Millôr Fernandes “é o único sujeito que acha que mais inteligente que ele, só ele mesmo” –, resultado das políticas de privatizações, submissão ao FMI, Banco Mundial, a tentativa de transformar o Brasil num entreposto do capitalismo norte-americano.Lula tinha opções para enfrentar essas máfias após ter superado os primeiros obstáculos. Optou por uma política de alianças acreditando que isso traria benefícios ao seu governo e permitiria avanços capazes de garantir ao seu partido novos mandatos. Superou as armadilhas do mensalão, superou os dossiês falsos que a GLOBO montava sempre em períodos eleitorais, contou com uma política externa que colocou o Brasil numa linha de frente dos países emergentes, mas na prática, se aliou ao diabo, vendeu a alma e mesmo conseguindo eleger Dilma Roussef, deixou de lado as alternativas populares para investir, digamos assim, em figuras como José Sarney, Michel Temer, etc, que não diferem em nada das quadrilhas tucano/DEMocratas, passando pelo PPS do ex-honesto Roberto Freire (virou cãozinho de luxo de José Serra, “conselheiro a doze mil por mês). Lula passou incólume pela opinião pública por conta de seu carisma, de reais avanços junto à população excluída, mas também do apoio de coronéis políticos no Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil, nas alianças que imaginou poderiam permitir – creio que tenha imaginado assim, pelo menos – mudanças estruturais mais à frente. E isso passou pela eleição de Dilma e a possibilidade de um retorno dele Lula em 2014. A oposição, sem bandeira, sem rumo, tenta sobreviver e buscar forças para retomar o poder através de políticas sórdidas que são refletidas nas denúncias de revistas pornográficas como VEJA (a pornografia não se refere só a sexo). Há todo um processo de demolição do governo por trás disso. VEJA é apenas o primeiro tiro, o trabalho sujo da mentira urdida na máfia FIESP/DASLU que envolve mais que os partidos como PSDB, DEM, PPS e outros, mas chega a grandes banqueiros, empresários, latifundiários e mídia podre (GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADO DE MINAS, BANDEIRANTES, etc), num espectro que incorpora ainda o tal capital estrangeiro, hoje, em se tratando de Brasil, um avanço sem precedentes sobre nossas riquezas de grupos nazi/sionistas (culpa do próprio Lula no acordo de livre comércio com Israel, Estado/terrorista que controla os EUA em estado falimentar). Todo esse arranjo não é necessariamente um castelo de areia. É um assombroso castelo construído sobre areia. Dilma Roussef é menor que o cargo que ocupa, tem se mostrado confusa, perdida e mesmo quando busca um rumo, acaba desembocando em nada. Volta ao ponto de partida de onde nunca saiu. A de tecnocrata ungida presidente da República. O preço disso está sendo pago pelos brasileiros.Na prática nenhuma mudança estrutural. Lula lançou várias alternativas sem se empenhar a fundo por elas, como a de uma constituinte exclusiva, por exemplo. Os resultados são que, neste momento, o governo Dilma tem uma armadilha à sua frente a cada manhã e assim vai ser até o seu final. O que pode acontecer de tudo isso? O poder retornar às mãos dos tucanos/DEM e em mundo capitalista falido, juntarmo-nos a essa massa, perdendo a identidade como Nação soberana, diante de problemas de estrutura política e econômica gravíssimos.Ivan Pinheiro, secretário geral do PCB – Partido Comunista Brasileiro – definiu esse arranjo todo montado por Lula como “capitalismo a brasileira”. E nas eleições presidenciais do ano passado o seu partido foi claro – “com Dilma nas urnas, contra Dilma nas ruas”. Como explicou o próprio Ivan “os comunistas não serão responsáveis por um retrocesso, mas também não serão cúmplices desse modelo lulista”. A sensação que Dilma causa é que está enredada num novelo do qual não consegue sair. Ou perdida num labirinto em que não enxerga o global, o conjunto dos fatos e se atém a um ou outro detalhe, o desarme de cada armadilha a cada manhã, sem perspectiva de caminhar, no precário equilíbrio da falência geral além fronteira e dos riscos dessa doença contaminar o Brasil. O mais cruel dessa confusão toda é que nem pela cabeça de Lula e nem pela cabeça de Dilma (isso é óbvio), muito menos pelas cabeças dirigentes do PT, passa a idéia de retomar um discurso e um caminho de luta popular, abrindo espaços a ampla participação popular, ao que eu saiba, única forma de arrebentar essa camisa de força das grandes quadrilhas que permeiam o Estado brasileiro. Os corruptores são hoje os grandes “líderes” da campanha contra a corrupção e por conta disso, da condição de um governo acuado e sem saber como sair do canto em que foi encostado. O mais provável é que Dilma na busca da sobrevivência se renda às políticas neoliberais e tente manter o equilíbrio no populismo lulista.Por incrível que pareça, o que parecia esquerda, o que sugeria novos caminhos para o Brasil, acaba se chafurdando na política clássica de alianças espúrias e prisioneiro dessas garras. O castelo populista caiu. Corruptos e corruptores estão empenhados em derrubar o governo – pode ser só inviabilizá-lo e para isso não precisam grande esforço, Dilma contribui para tanto tranquilamente – com a mesma linguagem que foi usada para derrubar João Goulart em 1964 (e Jango enfrentou as elites, é bem diferente a história) e com as mesmas sinistras forças de direita. Os brasileiros, sem perceber ou percebendo, estão sendo, tanto quanto o governo, acuados no medo do fantasma crise pela lógica perversa do capitalismo, por corruptos e corruptores. E a luta nas ruas é contra o que tudo isso pode significar, representar e trazer de volta ao cenário político. A cada retrocesso o peso da luta fica mais difícil, mais árduo e vai custar mais dor e sofrimento aos brasileiros. Passa por aí a ameaça de Roberto Civita. É que por trás dele estão as piores quadrilhas da política brasileira. E sem saber para que lado ir, preso a alianças com quadrilhas rivais, o governo naufraga. A crise não é a que fala dona Miriam Leitão, porta-voz dos bancos. Mas a exibe o fim do modelo, a falência do modelo. E não pode o governo Dilma, ou o PT, pretenderem que forças populares saiam em sua defesa sob o pretexto de evitar o caos, pois o caos está vindo nos espaços abertos pelo lulismo e pela complacência de seu partido e agora a nau sem rumo Dilma Roussef.

VEJA em alguma edição falou dos bandidos José Serra? Aécio Neves? Geraldo Alkcimin? Paulo Hartung? De banqueiros corruptores? Empreiteiros corruptores? Militares golpistas? De latifundiários desmatadores e predadores do meio-ambiente? Que se valem de trabalho escravo? Nem vai falar, são os mentores dos Civitas, como da mídia privada em seu todo. O ser humano para essa gente é desprezível é só olhar para a Comunidade Européia, para os EUA e entender que a globalização é a transformação de todo o mundo capitalista num grande conglomerado terrorista e logo, totalitário. Os trabalhadores, na totalidade que a expressão pode abrigar, ficam fora desse arranjo.
Fonte: http://gilsonsampaio.blogspot.com/2011/1...-e-os.html

Enquanto essa máfia política existir e esses impérios midiáticos sionistas perdurar nada vai mudar. Isso tudo é briga de poder entre bandidos.

Hackers derrubam 40 sites com pornografia infantil

Eduardo Moreira Para o TechTudo
    O grupo de hacker ativista Anonymous conseguiu derrubar por um curto período de tempo cerca de 40 sites que, segundo o grupo, comercializam imagens de abuso sexual infantil. Como parte da ação, o grupo publicou os nomes de cerca de 1.500 pessoas encontradas no site "Lolita City", que podem ser usuários cadastrados no site ou pessoas envolvidas no seu desenvolvimento e administração.

O Anomymous teria invadido os sites após recusa de retira de conteúdo pedófilo. (Foto: Divulgação)

O Anonymous teria invadido os sites após recusa de retirada de conteúdo pedófilo. (Foto: Divulgação)

   Os ataques foram realizados como parte da "Operação Darknet", que tem como objetivo detectar grupos que compartilha, pornografia infantil através da rede Tor. Especialistas em tecnologia condenaram os ataques, dizendo que o Anonymous poderia ter minado as investigações das autoridades ou até ter eliminado possíveis provas contra os envolvidos.


    A rede Tor ajuda no anonimato do internauta, evitando que o sistema detecte quem é o usuário que está acessando aquela rede, dificultando as consultas do IP por roteamento de navegação. A rede oferece uma série de servidores para utilização, o que dificulta o rastreio e monitoramento das atividades dos usuários. Muitos manifestantes de países em conflito político, como o Egito e a Síria, usaram o Tor para esconder a sua localização das autoridades.

    Uma das novidades recém-adicionadas ao Tor é a capacidade de criar uma "darknet", uma rede que funciona de forma semelhante à internet como conhecemos, mas que pode ser vista apenas por usuários Tor. No começo do mês de outubro, os membros do Anonymous informaram que um site hospedado na darkent do Tor continha links para imagens de pedofilia e abuso sexual infantil.

    O Anonymous conseguiu remover os links, mas eles foram re-postados rapidamente. Em um documento que detalha as suas ações, o grupo disse que ordenou que a empresa removesse o conteúdo ilegal do site. Alegaram que o pedido foi recusado e, por isso, invadiram a rede da empresa para desconectar uma série de computadores que armazenavam as imagens ilegais.
O Anonymous alerta que vai continuar os ataques até que as imagens e outros conteúdos sejam removidos por completo.

Via: BBC

terça-feira, 18 de outubro de 2011

TimewaveZero - Terence McKenna




Terence McKenna fala sobre sua visão da história, as ressonâncias temporais, o papel da experiência psicodélica e o fim do tempo em 2012.

O "Timewave Zero" é um software de computador baseado nas idéias de McKenna sobre a natureza fractal do tempo e mecânica da entrada de "novidade" na História humana. "Novidade", nesse contexto, são as complexificaçoes e acontecimentos dinâmicos capazes de moldar o rumo da história, em oposição à repetição e hábito.

A base estrutural da onda temporal é a seqüência "King Wen" do I Ching. Terence construíu sua teoria influenciado pelas experiências psicodélicas e acontecimentos ocorridos com ele e seu irmão Dennis, na Amazônia em 1971, descritos em seu livro "Alucinações Reais".

Diz Terence:
"Antes de Einstein o espaço era visto como uma dimensão onde colocamos coisas. O espaço era visualizado como uma analogia para o vazio. Mas então Einstein mostrou que o espaço é uma coisa que tem torque, e que é afetada pela matéria e pelos campos gravitacionais. A luz passando através de um campo gravitacional no espaço será curvada porque o espaço através do qual ela viaja está curvado. Em outras palavras, o espaço é uma coisa, e não um lugar onde você põe coisas.

O que proponho, em síntese, é que o tempo - que também foi previamente considerado uma abstração necessária - também é uma coisa. O tempo não apenas muda, como também há diversos tipos de tempo. Enquanto esses tipos de tempo vem e vão em progressão cíclica em muitos níveis, as situações se desenvolvem à medida que a matéria responde às condições de tempo e espaço. Esses dois padrões condicionam a matéria. Há muito tempo a ciência está consciente dos padrões de espaço, chamamos isso de "leis naturais", mas e quanto aos padrões de tempo? Essa é uma consideração completamente diferente."

VISITE: http://mundocogumelo.wordpress.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Carne vermelha aumenta risco de diabetes


Consumo de carne vermelha aumenta risco de diabetes tipo 2

Estudo de Harvard diz que 100 g diários de carne aumentam em 19% as chances de ter a doença

Pesquisadores apontam que conservantes, ferro e sódio presentes na carne atacam as células que produzem insulina


MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Comer um bife ou uma salsicha por dia aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2. Mas substituir a porção diária de carne por laticínios "magros" e grãos integrais reduz esse perigo.
As conclusões são do maior estudo já feito sobre o assunto, com dados de cerca de 300 mil pessoas, acompanhadas desde a década de 1970.
A pesquisa, feita pela Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, foi publicada ontem no "American Journal of Clinical Nutrition".
Segundo o estudo, quem come 100 g de carne vermelha (um bife) tem risco 19% maior de ter diabetes tipo 2, em comparação com quem consome menos do que isso.
Já as carnes processadas, como salame e mortadela, foram consideradas mais prejudiciais: 50 g diários (uma salsicha) podem elevar o risco de diabetes em 51%.
Os pesquisadores notaram que aqueles que consumiam mais carne vermelha tinham mais chance de ser fumantes, mais gordos e sedentários.
Mas mesmo que todos os participantes da pesquisa tivessem o mesmo IMC (Índice de Massa Corporal) o consumo de carne ainda aumentaria o risco de diabetes tipo 2.

FERRO
Uma das explicações possíveis é que o chamado ferro-heme, presente nas carnes vermelhas, causa danos às células beta do pâncreas, que produzem a insulina.
Airton Golbert, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, lembra que a hematocrose, doença que provoca um acúmulo de ferro no organismo, pode causar diabetes.
Os pesquisadores dizem ainda que os conservantes presentes nas carnes são tóxicos para as células beta.
"O trabalho é importante para reavaliarmos a ingestão de carne vermelha. Já sabíamos que ela aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Agora, há mais um dado para moderarmos esse consumo", diz Golbert.
Já o endocrinologista Antonio Carlos Lerario, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, faz ressalvas ao estudo norte-americano.
Ele afirma que a associação do consumo de carne ao diabetes pode se dever à maior ingestão de gorduras. "Em geral, quem consome carne é um bom comilão, come batata, não gosta muito de peixe e bebe mais."
O endocrinologista diz ainda que não é preciso crucificar a carne. "Não é para pensar: 'A partir de hoje, não vou mais comer carne, porque vou ter diabetes'. Não dá para saber se outras fontes de gordura também não aumentam esse risco."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1108201101.htm

"Enquanto formos túmulos de animais assassinados como poderemos esperar uma condição ideal na Terra?"  - George Bernard Shaw